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domingo, 12 de julho de 2009

Psssssssssssssssssssssssssssssssssssssssss..............



Hoje esvaziei uma merda destas com as PATAS, tendo ao meu lado 50 caixas de compressores, que davam perfeitamente para o esvaziar. Como não me deram a abébia tive mesmo de lançar os dedinhos às putas das válvulas e tirar o ar àquela porra. Enquanto rebolava por cima daquilo para lhe tirar o ar só me lembrava desta:


Charmless Man, Blur

Dedicada com carinho (cof cof asco) ao chefe-chefe. Acho que os gajos a escreveram a pensar nele.

domingo, 3 de maio de 2009

É oficial.

Pelo menos por enquanto já estou na casa nova, que é mais velha que a velha. Vamos ver por quanto tempo.
Mas enfim, continuo na Amadora, feliz e contente.

Outra coisa oficial é o meu asco ao Gulag. Fica a conversa do dia:

Chefinho: "Então? Está tudo bem?"
Jacaré: "Olha, nem por isso.. Agora que perguntas, porque raio é que eu vou sempre almoçar às 16h? Não era suposto ser rotativo? Agora tenho de trabalhar 6 horas seguidas!"
Chefinho: "Pá... Então... É assim! Se precisamos que vás às 16h vais e pronto!" (resposta na onda do "vais porque eu sou teu chefe e mando em ti!" muito utilizada no gulag.)
Jacaré: "Mas sempre EU?? Aliás, sabes que no meu horário a minha hora de almoço é às 17h30m, por isso ir às 16h é um favor! Sabes que não se pode, por lei, trabalhar mais de 5 horas seguidas sem descanso!"
Chefinho (de trombas):"Se estás mal vai-te queixar ao sindicato."

Abri muito os olhos, virei costas e marchei, dizendo "Ora pois assim farei!". E foi assim que um de nós deu um tiro no pé - eu porque me armei em carapau de corrida, ou ele porque me fez uma sugestão muito triste, que eu farei questão de transmitir ao chefe-chefe. Para a semana vou de art.º do código de trabalho em riste (sublinhado a amarelo fluorescente) e a cantar "CGTP Unidade sindical" aos berros. Sai-me cada uma... Foda-se!!! (Esta tinha de ser...)

E pronto. De maneiras que é assim.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Hoje foi produtivo. Foi.

Coisas que fiz hoje por ordem cronológica de eventos:
*7.20am - Acordei rabujenta e desliguei o despertador de 9 em 9 minutos até ficar atrasada.
* (hora indefinida pela falta de tempo para ver as horas causada pelos constantes adiamentos do despertador) - Saí de casa sem me pentear com o cabelo a escorrer água e com uma mochila cheia e 5 raquetes de ténis às costas.
*9.00 am - Cheguei ao estágio e tomei 2 cafés para conseguir manter-me atenta e paciente perante 19 crianças de 6 anos aos berros.
*10.00 am - Entrei para o autocarro com 19 crianças impacientes aos berros. Destino: piscina municipal.
*12.00 pm - Regressei à escola após uma aulinha de natação em que andei com 19 crianças às costas e dei banho a 7 meninas irrequietas pejadas de cloro até às orelhas e a queixarem-se de fome, sede, sono, vontade de ir à casa de banho e outras coisas que agora não me recordo. Almoço.
*1.15 pm - Elaboração do cartão e da prenda do dia do Pai. O putedo. Berros e mais berros.
*2.15 pm - Aula de ténis aos pequenos. Hora do dia em que berrei mais que eles.

*3.15 pm às 4.20 pm
- Fui a casa buscar a farda (da qual me esqueci de manhã). Tempo de reflexão e acalmia.

*4.20 pm - Rumo ao Gulag, onde chego por volta das 4.35 pm. Fardar e não fardar, maquilhar e não maquilhar, fumar 5 ou 6 cigarros e não fumar... O tempo passou depressa.
*5.15 pm - Pico o ponto. Meia hora de galhofa e recebo telefonema com ordens: "Vai para o 7º." JOY!!!! Tenda da feira do camping :)
*5.45 pm - 10.00 pm:



e coisas assim. Baboseira e disparate. Nem 1 cêntimo vendi, mas não aturei grunhos (clientes/chefes) e ainda aproveitei para ler um livro acerca de sushi. Sinto-me neste momento capacitada para cozinhar uma magnífica refeição ao estilo japonês.

Porra.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Talking Heads - Psycho Killer (eu hoje)



É sem sombra de dúvida a música do dia: avaliações no gulag. Eu, chefe, chefe-chefe e chefe-chefe-chefe num escritório. Brilhantes conclusões após cerca de 45 minutos:
*Vendo muito bem, sim senhora.
*Tenho vindo a vender cada vez mais.
*Sou a part-time que mais vende.
*Não faço coisas mal.
mas...
*Tenho uma postura demasiado descontraída na loja (parece que isso é mau) e não abordo os clientes (e assim se justifica o meu volume de vendas).
*Não gosto de ir para outras áreas vender e não me mostro muito disponível para tal (será porque não percebo um boi das outras coisas e/ou são coisas sem um mínimo de interesse?)
*Sou fundamentalista (??? disse-me isto algumas 5 vezes. Não percebi onde queria chegar.)
*Estou a liderar uma rebelião e os meus colegas devem ser todos mentecaptos porque pelos vistos eu controlo ali o pessoal todo com a minha genial capacidade de influenciar as pessoas. Este poder poderia ser usado noutro sentido, pelo que percebi.
*Faltei 22 horas sem justificar e isso é quase um pecado, segundo parece. E não!! Não há vida pessoal para além daquilo, pelo que só podemos faltar se estivermos doentes (e ainda assim só à beira da morte): "A mim não me interessa a sua vida pessoal! Isso não é justificação para faltar!" ao que eu respondo "Pois, mesmo porque não lhe diz respeito, eu não sinto a necessidade de me justificar ou de me desculpar!" - fiz mal em ter respondido. À pala desta fiquei lá mais 15 minutos.

Enfim. Foi um sem fim de disparates. Acho que há mais, mas fui desligando durante alguns minutos, e perdia o fio à meada, tal era a conversa da treta. Não me consegui manter atenta o tempo todo.
O que eu achei curioso foi a escolha de vítimas a ser avaliadas hoje: apenas eu e um colega (full-time, por sinal) meu companheiro na liderança da revolta, segundo consta. Estranho, dado que noutros anos começaram sempre pelos full-time e só depois passaram à escumalha das 5 horas. Saí de lá confusa e perturbada. E aprendi que o melhor é deixar de ter relações pessoais com pessoas com as quais trabalhamos.

E foi assim que perdi 45 minutos da minha vida.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Clientes. Parte VIII

Local: Gulag
Data: Ontem
Duração da cena: Várias horas de puro espanto, asco e parvoíce.
Personagem principal: trintão com bom aspecto até abrir a boca - um grunho que só visto...
Personagem secundária: Eu, a desgraçada.
Figurantes: Todos os que tiveram a (in)felicidade de estar a 200 metros do acontecimento.

Então foi mais ou menos assim:

Cliente (o grunho, anda à volta de fatos de ski de 800 euros e grita): "Ehpá!!! Isto é bom!" - e olha logo para mim...
Jacaré (dirijo-me ao senhor, ainda que reticente depois do berro): "Do melhor!"
Cliente: "Já tenho mais de uma dúzia de fatos de ski, se apareço com outro em casa a minha Maria ainda me põe na rua! Eheheh!" - e com esta espeta-me uma cotovelada, como se fosse o melhor amigo dele. Mas segue: "Foda-se! Esta merda não é barata!"
Jacaré (engoli em seco com tanta asneirada da boca de um senhor de fato): "Pois, sabe que a qualidade neste género de artigo paga-se cara! Mas está com 30% de desconto, não é mau..."
Cliente: "Ehpá!!! Este casaco é lindo, não é?"
Jacaré (ehpá????? e não. É horrível.): "É sim! E veste muito bem! Já para não falar em todos os pormenores técnicos que o tornam um dos melhores casacos que encontra no mercado!"
Cliente: "Ai é? Então vou ali experimentar. Venha lá comigo e fale-me desses pormenores todos!"
Jacaré (Umpf... Foda-se...): "Sim, claro! E que tamanho costuma vestir?" - digo enquanto pego num L a pensar que talvez fosse melhor XL.
Cliente: "Para aí um M." - sim sim... Claro.
Jacaré: "Pois deve ser. Mas olhe que a Dainese tem os formatos pequenos... Mas deve ser." - Largo o L e pego num M.
Cliente: "Traga também as calças! Que se lixe!" - Pelo menos não disse que se foda...

E lá fui com o senhor até ao provador. Pousei a roupa e preparei-me para sair. Mas ele... "Ah não se vá embora, fique aqui à porta que quero a sua opinião. Vá falando do casaco."
E foi assim que fiquei 15 minutos a falar de materiais e costuras seladas, níveis de impermiabilidade e estruturas ergonómicas para uma porta de um provador, que me respondia coisas como "Ehpá, que maravilha!" e "Esta merda é mesmo boa!"

Cliente (sai do provador com os tamanhos M vestidos: não se mexia e eu começava a temer pela roupa a cada movimento que ele fazia): "Então? O que lhe parece?"
Jacaré (prontinha para um ataque de riso): "Parece-me muito bem, mas é tudo uma questão de conforto. Sente os movimentos presos? Parece-me que aí nos ombros está um pouquinho justo." - e como ombros entenda-se a zona do corpo que compreende o espaço entre os tornozelos e o pescoço.
Cliente: "Mas veste bem! É elegante!"
Jacaré: "Mas como é para esquiar... A questão do movimento..."
Cliente (espeta o rabo na minha tromba e diz...): "Uhm... Será que está justo? Veja lá! Tenho as calças na gaveta?"
Jacaré (TENHO AS CALÇAS NA GAVETA???): "Talvez seja melhor experimentar o tamanho acima, só para tirar a dúvida do conforto..."
Cliente: "Ok! Vá lá buscar."
Jacaré (SFF????): "Concerteza, é só um momentinho.".

........ Blá blá, trocou para o L.

Cliente: "Ehpá não sei... Este parece-me grande."
Jacaré: "Olhe que me parece muito bem! Parece que foi feito à sua medida!" TOMA!!
Cliente: "Uhm... Vou experimentar outra vez as calças M. O casaco L está melhor mas as calças..."
Jacaré: "Pois, para comparar DE NOVO."

..... Blá blá, troca para o M.

Cliente (a mexer as pernas e os braços como se estivesse a ser vítima de um ataque epilético): "Ehpá, não sei mesmo. Estas parece que me ficam melhor assim, mas apertam-me um bocado a fruta!" - e desata a mexer nas partes baixas a tentar compor aquilo dentro do que pareciam ser umas calças de licra, de tão apertadas que estavam... - "Não sei. Vou levar o casaco, mas as calças ainda não. Vou ali à sportzone ver o que é que ele lá têm."

Acenei só para o ver ir embora, uma vez que a sportzone não tem nada. Só queria que ele se fosse embora para eu poder rebolar a rir. A FRUTA??? E lá comprou o casaco, e lá foi, dizendo até logo.

Passadas 2 horas...

Cliente (ouço lá do fundo): "Não, não obrigadinho! Estava a ser atendido pela sua colega. Onde é que ela está?"
Jacaré: "Então voltou?... A sportzone.. Nada?"

E seguiu-se mais uma hora de experimenta M, tira e veste L. Volta a vestir M e depois L. Enfim... Depois lá se mancou e levou o L. Não sei bem como, mas acho que foi de não conseguir ajustar e acomodar lá bem a FRUTA, como fez questão de frisar vezes sem conta.
Por fim deu-me um aperto de mão, uma piscadela de olho, mais uma cotovelada amigável e lá foi, à sua vidinha de grunho, deixando para trás um jacaré transtornado de tanto rir e meio claustrofóbico, de ter passado cerca de 3 horas fechada nos provadores a olhar para uma porta e ocasionalmente para o rabo e a fruta do senhor.

Será que vale o dinheiro que me pagam?

domingo, 14 de dezembro de 2008

(mais) curiosidades do Gulag

Já se sabe que no Gulag eu tenho o meu cantinho - a zona de montanha em desporto. Não gosto de abandonar o meu território e a minha equipa, mas um dia desta semana, devido a estar na galhofa com os restantes 5 vendedores da área (sem clientes) atrás de um pilar, fui gentilmente cedida à área de moda jovem (blherc...) para ajudar a fechar a loja. Toparam logo que eu não sabia dobrar roupa. Puseram-me então a fechar caixas que nem uma maluca, o que me deu tempo e disponibilidade mental para ver e analisar as diferenças que há entre desporto e moda jovem à hora de fecho de loja. Vejamos então.

Em moda jovem:
  • Há gajas a dar com um pau e trabalham muito devagar e muito atrofiadinhas. Qualquer pecinha de roupa fora do lugar pode dar lugar a muita confusão.
  • Cantam músicas parvas em coro e dançam danças esquisitas.
  • Têm conversas parvas sobre saias, sapatos, camisolas e saídas à noite para sítios que eu desconheço.
  • Chamam queridas umas às outras e dão abraços e beijinhos.
  • Atendem os clientes que não se vão embora (depois da loja fechada) com muita paciência e simpatia.
Em desporto:
  • Há gajos a dar com um pau que trabalham exclusivamente à hora de fecho porque se querem pôr na alheta depressa.
  • Qualquer coisa desarrumada leva um pontapé e é escondida para que ninguém veja até ao dia seguinte.
  • Berram-se nomes feios e dá-se porrada aos colegas.
  • Fala-se de clientes parvos que mereciam uma pedra mármore em cima das cabeças, de planos para bebedeiras futuras e parvoíces no geral. Repete-se muitas vezes a pergunta "Podemos ir embora?".
  • Roubam-se restos de comida aos colegas e luta-se por cada pedacinho de bolacha.
  • Anda-se de skate, bicicleta, joga-se à bola e chamam-se nomes aos chefes nas costas dos mesmos.
  • Atendem-se os clientes que não se vão embora a bufar e a olhar para o lado a ver se despacham as patas e se vão embora. Muitas vezes juntam-se todos os vendedores à volta dos clientes de modo a causar desconforto com olhares ameaçadores, e berra-se: "Olha lá, já picaste o ponto?? Quero fechar a ÚLTIMA caixa!!".
Só posso concluir que em desporto se trabalha muito melhor. E que eu sou inútil.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

"Rudolph the Red Nosed Reindeer"



Não encontrei a versão que passa 6 vezes por dia no Gulag, mas não é muito diferente desta.
O meu sentimento em relação a esta música teve uma evolução:
1º Natal no Gulag: Ódio. Do mais puro. Estremecia nos primeiros acordes.
2º Natal no Gulag: Esbocei um sorriso a primeira vez que tocou esse ano. Ficava expectante todo o dia à espera desta música. Depois tocava 4 vezes e passava-me o sentimento.
3º Natal no Gulag: "JOY!!!!! A música do Rudolfo, a Rena de nariz vermelho! Uhuh!!!!!!! " - saí do armazém em êxtase para dançar ao som da bela melodia. Senti que tinha sido o ponto alto do dia. A minha vida anda mal. E fui arranjar algo para me entreter. E conclui que a evolução de sentimentos em relação à música é inversa à evolução dos sentimentos que nutro pelo meu trabalhinho.

By the way, acho que fui (des)promovida: a mecânica de ski. Só espero que eu não seja a única a saber disso e que me apareça na folha de ordenado. Agora monto todos os skis que vendo (não era suposto, visto que há gente paga para isso), só porque o sei fazer. Como a maioria não o sabe fazer não o faz. Mas eu sou obrigada - literalmente - por quem manda em mim e faz questão de o frisar. Atitude bonita!

E diz o meu papá: "Oh filha, não stresses com isso! Não te quero ver transtornada! Pára de trabalhar que sabes que o pai te ajuda e te paga o curso!"

Sou ursa ou não sou? (pergunta retórica)

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Oh! Vamos andando!

Estou um bocadinho melhor que ontem. Não fui à faculdade. E vou ficar assim até às 18:30, hora em que no Gulag me espera uma análise exaustiva de todas as máscaras de neve que vamos receber este ano. Listagens com centenas de letrinhas minúsculas, das quais tenho de separar os modelos que vamos receber com a ajuda de um marcador verde fluorescente. Para quê? Absolutamente nada.

Em virtude de estarmos em época intermédia não há clientes. Logo há que nos manter ocupados com coisas inúteis, de modo a impedir a galhofa e o disparate. Quando não temos nada para fazer temos tendência a começar a disparatar. Quando dão por nós andamos escondidos na oficina a comer bolachas (aos bandos), ou a dançar atrás de um expositor ao som de qualquer música parva que toca na loja. Ou ainda a fazer jogos giros, tais como:

-"murro nas costelas" - jogo em que sempre que se apanha um colega com um braço no ar e a costela desprotegida se tem direito de lhe espetar um murro daqueles que até tiram o fôlego.

-"joelhada na coxa" - jogo em que se apanharmos um colega distraído e de costas podemos espetar-lhe uma joelhada valente na coxa que o faz cair e chorar de dor.

Tenho um problema com estes jogos, uma vez que sou gaja (a virar para o pequenita) e todos os outros concorrentes são gajos (a virar para o brutamontes). Deste modo, tenho de estar sempre atenta, e chego a temer pela minha integridade física. Há outros jogos, mas estes têm vindo a ganhar popularidade nesta altura. Não é fácil trabalhar ali... Acaba por ser uma luta pela sobrevivência. Sou uma aventureira!... à força.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Agora é assim.

Hoje choquei meia dúzia de clientes ao dizer (em tom irritado): "Não faço mais chinelos hoje!!!!!!!"

Há que analisar a situação: o gulag fecha às 22; eram já 22:20. Havia um biombo a fechar aquela porra; as pessoas abriam o biombo e entravam. Uma cliente disse: "O quê? Já fecharam? Isto devia fechar mais tarde!", ao que eu respondi mentalmente "E tu, minha puta devias trabalhar até à meia noite todos os dias e fazer chinelos durante 5 horas a ver o que é bom para a tosse!". Havia gente a tripar porque não tinha o que eles queriam; eu disse algumas 200 vezes que tinha, mas estava no armazém que já estava FECHADO. Nisto entra um otário aos berros a dizer: "Eu quero uns com a sola amarela e tiras verdes. São muita giras não são?"... e o jacaré fartou-se. E com um sonoro "Não faço mais chinelos hoje!!!!!!!" assustei a minha colega e quase todos os clientes. Por azar não foram todos.

Prevê-se a minha crucificação para amanhã por volta das 18h00, que será levada a cabo por 12 chefes irados e desiludidos. Serei pregada ao cartaz dos saldos que se encontra na primeira montra da Av. António Augusto Aguiar e servirei de exemplo para todos os que responderem aos clientes, mesmo quando os clientes são autênticas bestas quadradas.

Para o gajo que inventou a expressão "O cliente tem sempre razão": Vai morrer longe meu porco nojento. Oxalá alguém te arranque as unhas uma por uma, primeiro das mãos e depois dos pés, com um alicate de pontas todo ferrugento.

sábado, 19 de julho de 2008

The Organ - Brother



Vou trabalhar. 8 horas. Mas vou contrariada e vou passar o dia a cantarolar feita anormal. Acho que não me podem impedir de fazer isso. Ou será que podem?..