Ao telefone:
"Tou filhoca?"
"Olá mamã! Preciso que me expliques como se faz uma baínha à mão."
"Oh filha, tu é que vais fazer?"
"Sim."
"Mas podes trazer que a mãe faz à máquina depois. É mais rápido."
"Mas eu quero fazer agora."
"É melhor não que ainda espetas uma agulha no dedo. Deixa lá isso!"
"hmpf..."
A minha mãe conhece-me bem. E preocupa-se comigo.
Mostrar mensagens com a etiqueta jacaré estarola. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta jacaré estarola. Mostrar todas as mensagens
quinta-feira, 21 de julho de 2011
terça-feira, 28 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Política internacional e uma musiquinha para animar
http://www.foreignpolicy.com/articles/2011/06/10/liberte_egalite_virilite
"An aura of virility and sexual potency is not merely a plus. It's a necessity. A political man who reveals his sexual prowess is proving his good health and vigor: he is showing his constituents that he is fully and physically capable of running the country." Como o René do "Allo Allo"! Putain! Vive la France!!
E agora a musiquinha
que vem a propósito do pobre do Berlusconi, coitadinho, que teve um dia pior que o meu. Ahahahaha!
"An aura of virility and sexual potency is not merely a plus. It's a necessity. A political man who reveals his sexual prowess is proving his good health and vigor: he is showing his constituents that he is fully and physically capable of running the country." Como o René do "Allo Allo"! Putain! Vive la France!!
E agora a musiquinha
que vem a propósito do pobre do Berlusconi, coitadinho, que teve um dia pior que o meu. Ahahahaha!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Ontem chamaram-me a atenção para uma analogia das boas e talvez para uma profecia. Talvez.
Será que não aprendemos nada com esta bela obra?
Porque se bem me lembro, depois de ter seguido o coelho para dentro do buraco a Alice penou que se fartou.
Já para não falar disto: "There were doors all round the hall, but they were all locked; and when Alice had been all the way down one side and up the other, trying every door, she walked sadly down the middle, wondering how she was ever to get out again."
Bem se vê a aflição da miúda por causa das portas.
Será que Lewis Carroll não foi um profeta que nos tentou avisar através da história de uma menina sonhadora? Será esta obra uma espécie de bíblia política e sócio-económica para o povo português?
quarta-feira, 4 de maio de 2011
I think this might be a new low.
Em reunião na cozinha, palavra puxa palavra, ouve-se a seguinte frase: "A vizinha tem ali no "lixo"* frigideiras que estão muito fixes!". Fomos espreitar, constatámos o estado e voltámos à cozinha. Olhámos para as nossas, um de nós saiu e, pé ante pé, sem fazer barulho, trouxe 3 frigideiras. Comparámos com as nossas e pareciam novas. Ouviu-se a seguinte frase: "Até têm a cena preta e tudo!", e simultaneamente mostra a nossa favorita, em que o fundo preto deu lugar ao prateado. "Eles são médicos pá. Isso deve estar bom.", ouviu-se. Delineámos um plano de limpeza profunda e ficámos com o "lixo"... er... as frigideiras da vizinha.
Vergonhoso. Em todo o caso foi um bom momento de companheirismo. Quando roubámos a vassoura e a pá no 3º andar também foi giro. São merdas destas que me mantêm inconsequente e completamente estarola. Mas vou continuar a utilizar a nossa frigideira clássica até que fique com buracos.
*o pessoal do prédio não manda o lixo para o caixote na rua**. Deixa na porta de serviço (da cozinha) e a porteira (anormalóide) recolhe. As frigideiras estavam em cima de um cartão ao lado do caixote. Portanto lixo neste contexto aparece entre aspas.
**Que aliás é inexistente. Ao longo da rua toda não se vê um caixote do lixo. É absurdo.
Vergonhoso. Em todo o caso foi um bom momento de companheirismo. Quando roubámos a vassoura e a pá no 3º andar também foi giro. São merdas destas que me mantêm inconsequente e completamente estarola. Mas vou continuar a utilizar a nossa frigideira clássica até que fique com buracos.
*o pessoal do prédio não manda o lixo para o caixote na rua**. Deixa na porta de serviço (da cozinha) e a porteira (anormalóide) recolhe. As frigideiras estavam em cima de um cartão ao lado do caixote. Portanto lixo neste contexto aparece entre aspas.
**Que aliás é inexistente. Ao longo da rua toda não se vê um caixote do lixo. É absurdo.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Há uma expressão que eu abomino
mas estou a estranhar não a andarem agora a usar a torto e a direito: "Ai Jesus que se apaga a luz". Será que ninguém se lembrou da piada?
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
A alegria de ainda ser uma criança que mora longe dos pais
reside no facto de poder almoçar gelatina.E a tristeza também.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Indícios irrefutáveis de que sou "do contra":
1. São 6h30m da manhã e eu estou calmamente a comer uma torrada e um iogurte cremoso de baunilha*. Não tenho sono, nem sequer me sinto ligeiramente cansada.
Tudo isto seria relativamente normal se tivesse tido um fim de semana como os outros, de copos e dias bem dormidos, que não foi o caso. Passei os últimos dois dias e meio cheia de sono, cansada, de trombas a trabalhar arduamente para conseguir entregar 15 páginas de um artigo** para uma cadeira da faculdade chaaaaaaaaata. Acabei hoje por volta da meia-noite. Ainda a bocejar pensei "Vou dormir tão bem!".
Não. Agora não tenho sono. Mas de certeza que por volta das 22 vou estar a cair para o lado uma vez que tenho de começar a trabalhar para o artigo*** seguinte.
2. Apetece-me sempre comer sopa e mas a sopa dá trabalho a fazer.
Quando faço nunca me apetece comer e acabo sempre por deixar metade ir para o lixo.
Por agora é só isto que tenho para oferecer de provas.
*atentem ao pormenor. A descrição é sempre importante nestas merdas.
**agora é moda. Já não há trabalhos, há "artigos científicos", com abstract, estado da arte e o raio que os parta.
***Vêem? Eu disse.
E agora uma música genial para ir dormir depois do pequeno almoço:
Tudo isto seria relativamente normal se tivesse tido um fim de semana como os outros, de copos e dias bem dormidos, que não foi o caso. Passei os últimos dois dias e meio cheia de sono, cansada, de trombas a trabalhar arduamente para conseguir entregar 15 páginas de um artigo** para uma cadeira da faculdade chaaaaaaaaata. Acabei hoje por volta da meia-noite. Ainda a bocejar pensei "Vou dormir tão bem!".
Não. Agora não tenho sono. Mas de certeza que por volta das 22 vou estar a cair para o lado uma vez que tenho de começar a trabalhar para o artigo*** seguinte.
2. Apetece-me sempre comer sopa e mas a sopa dá trabalho a fazer.
Quando faço nunca me apetece comer e acabo sempre por deixar metade ir para o lixo.
Por agora é só isto que tenho para oferecer de provas.
*atentem ao pormenor. A descrição é sempre importante nestas merdas.
**agora é moda. Já não há trabalhos, há "artigos científicos", com abstract, estado da arte e o raio que os parta.
***Vêem? Eu disse.
E agora uma música genial para ir dormir depois do pequeno almoço:
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Dia do electrodoméstico
Primeiro dia de trabalho: lá fui, contrariada.
Chego à escola e o meu amigo secreto tinha a minha prendinha para me entregar (uma vez que faltou ao dia da troca de prendas, deixando-me de mãos a abanar): uma maquineta de fazer fondue. Porreiro, não tinha. Se bem que só vou fazer de chocolate porque abomino queijo.
Logo de seguida surpreendem-me com as boas novas: "Ganhaste o prémio das rifas!!!"
"YEAH!!!!" Pensei eu. "Nem sequer me lembro de ter comprado rifa, mas ok. O que será?! Uh! Deve ser um cabaz de Natal. Montes de comida e bebida!"
Um ferro de engomar com caldeira. Ganhei um ferro de engomar com caldeira. Fingi que estava feliz. Liguei à minha mãe a avisar que ia receber (de mim) um ferro novo com caldeira. A minha mãe ficou feliz. Eu fiquei... feliz por ela. Enfim.
A ironia da coisa é que eu não passo roupa a ferro. De todo. Nem uma peça. Mas as pessoas pareciam estar com inveja de mim, logo, um ferro com caldeira deve ser uma coisa porreira de se ter.
Resumindo, cheguei à escola sem nada e saí de lá com um monte - 2 - de electrodomésticos. E é por isso que o dia 3 de Janeiro ficará agora para sempre conhecido como o "Dia do electrodoméstico".
Chego à escola e o meu amigo secreto tinha a minha prendinha para me entregar (uma vez que faltou ao dia da troca de prendas, deixando-me de mãos a abanar): uma maquineta de fazer fondue. Porreiro, não tinha. Se bem que só vou fazer de chocolate porque abomino queijo.
Logo de seguida surpreendem-me com as boas novas: "Ganhaste o prémio das rifas!!!"
"YEAH!!!!" Pensei eu. "Nem sequer me lembro de ter comprado rifa, mas ok. O que será?! Uh! Deve ser um cabaz de Natal. Montes de comida e bebida!"
Um ferro de engomar com caldeira. Ganhei um ferro de engomar com caldeira. Fingi que estava feliz. Liguei à minha mãe a avisar que ia receber (de mim) um ferro novo com caldeira. A minha mãe ficou feliz. Eu fiquei... feliz por ela. Enfim.
A ironia da coisa é que eu não passo roupa a ferro. De todo. Nem uma peça. Mas as pessoas pareciam estar com inveja de mim, logo, um ferro com caldeira deve ser uma coisa porreira de se ter.
Resumindo, cheguei à escola sem nada e saí de lá com um monte - 2 - de electrodomésticos. E é por isso que o dia 3 de Janeiro ficará agora para sempre conhecido como o "Dia do electrodoméstico".
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Refeições de Natal
Jantares, almoços, ceias, pequenos almoços e copanázia de Natal. Tudo ok. E depois há os formais. Hoje foi o dia do jantar do Instituto que me dá emprego. Colegas e chefes. Troca de prendas. Pensei, pensei (3 minutos) e resolvi-me por (rufar de tambores) VINHO. Comprei uma garrafa de vinho porreira e lá fui feliz e contente jantar à pato (sim, porque este era à borla).
Depois do jantar trocaram-se as prendas. Livros, canecas giras, caixinhas de chocolates. E o meu vinho lá pelo meio. Por sorte calhou ao marido da chefe (que também é chefe, mas pouco) que é uma pessoa descontraída. Ficou muito feliz. Todos os outros olharam para mim e perceberam desde logo que a prenda era da minha autoria. E os olhares não foram de simpatia, mas sim de reprovação à excepção do marido da chefe que ficou maravilhado com o meu bom gosto no que toca a vinhaça. A minha prenda deu conversa para uma hora - e para mais umas quantas nas minhas costas, a julgar pelos olhares das minhas colegas.
Para o ano compro uma caneca como os outros.
Depois do jantar trocaram-se as prendas. Livros, canecas giras, caixinhas de chocolates. E o meu vinho lá pelo meio. Por sorte calhou ao marido da chefe (que também é chefe, mas pouco) que é uma pessoa descontraída. Ficou muito feliz. Todos os outros olharam para mim e perceberam desde logo que a prenda era da minha autoria. E os olhares não foram de simpatia, mas sim de reprovação à excepção do marido da chefe que ficou maravilhado com o meu bom gosto no que toca a vinhaça. A minha prenda deu conversa para uma hora - e para mais umas quantas nas minhas costas, a julgar pelos olhares das minhas colegas.
Para o ano compro uma caneca como os outros.
sábado, 4 de dezembro de 2010
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Recomeça o drama
Tenho 3 meses para fazer 6 trabalhos. Eis que começa a espiral da preguiça.
Já vi filmes a dar com um pau (cerca de 2 por dia). Séries de todos os tipos. Descobri bandas novas muito boas. Estou a ler 3 livros ao mesmo tempo (dos que não têm interesse académico). Recomecei a cozinhar e limpo a casa (pouco...). Não saio de casa para evitar sentimentos de culpa.
Leio uma média de 1 artigo/capítulo de 15 em 15 dias e quando acabo tenho muita vontade de trabalhar. Mas depois passa logo e vou ver um filme ou brincar às músicas.
Naturalmente terei um mês de Fevereiro muito infeliz.
Já vi filmes a dar com um pau (cerca de 2 por dia). Séries de todos os tipos. Descobri bandas novas muito boas. Estou a ler 3 livros ao mesmo tempo (dos que não têm interesse académico). Recomecei a cozinhar e limpo a casa (pouco...). Não saio de casa para evitar sentimentos de culpa.
Leio uma média de 1 artigo/capítulo de 15 em 15 dias e quando acabo tenho muita vontade de trabalhar. Mas depois passa logo e vou ver um filme ou brincar às músicas.
Naturalmente terei um mês de Fevereiro muito infeliz.
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Simplifiquemos
O Sarkozy podia perfeitamente comprar uns milhares de sapos de loiça e acabava-se o drama.
(Joking)
(Joking)
terça-feira, 24 de agosto de 2010
quinta-feira, 3 de junho de 2010
Há coisas que eu simplesmento não aprendo.
Ora depois de 22 anos a "estudar":
*Final do 2º semestre do Mestrado.
*5 trabalhos para fazer.
*20 dias.
*Como se os 3 meses anteriores nunca tivessem existido.
*Penar até acabar os trabalhos.
*Dieta de cerveja, café, cigarros, pecinhas de fruta, noodles, saladas de tomate com atum, saladas de alface com camarão (daqueles pequeninos dos pacotes), iogurtes a dar com um pau, pizzas do pingo doce e amêndoa amarga com gelo e limão.
*Dormir 3 horas por noite.
*Ir à praia de manhã dar um mergulho, voltar para casa e culpabilizar-me porque perdi 2 horas de trabalho.
*Ir dar aulas às pestes e culpabilizar-me por ter aceite um trabalho no fim do ano quando preciso de tempo para a faculdade.
*Ir ao café lá de baixo e ouvir a senhora dizer "Ai minha querida que está mesmo com má cara!"
*Ouvir a minha mãe dizer "Oh filha, já comeste? Vai dormir que já é tarde!", e invariavelmente responder "Não posso mamã... Tenho coisas para fazer. Hoje acabo isto!".
*Sair à noite, passar o dia seguinte com a cabeça vazia e culpabilizar-me porque sou uma besta e saí. Não devia. Mais um dia perdido. Raios me partam.
Até poderia dizer que é o meu sistema e funciona. Mas tenho sempre a sensação que perdi 2 anos de vida em 15 dias. E depois dormiiiiiiir 1 semana seguida e chamar-lhe férias.
Depois de 22 anos de estudante não era suposto ter feito algum progresso ao nível da organização? Não.
*Final do 2º semestre do Mestrado.
*5 trabalhos para fazer.
*20 dias.
*Como se os 3 meses anteriores nunca tivessem existido.
*Penar até acabar os trabalhos.
*Dieta de cerveja, café, cigarros, pecinhas de fruta, noodles, saladas de tomate com atum, saladas de alface com camarão (daqueles pequeninos dos pacotes), iogurtes a dar com um pau, pizzas do pingo doce e amêndoa amarga com gelo e limão.
*Dormir 3 horas por noite.
*Ir à praia de manhã dar um mergulho, voltar para casa e culpabilizar-me porque perdi 2 horas de trabalho.
*Ir dar aulas às pestes e culpabilizar-me por ter aceite um trabalho no fim do ano quando preciso de tempo para a faculdade.
*Ir ao café lá de baixo e ouvir a senhora dizer "Ai minha querida que está mesmo com má cara!"
*Ouvir a minha mãe dizer "Oh filha, já comeste? Vai dormir que já é tarde!", e invariavelmente responder "Não posso mamã... Tenho coisas para fazer. Hoje acabo isto!".
*Sair à noite, passar o dia seguinte com a cabeça vazia e culpabilizar-me porque sou uma besta e saí. Não devia. Mais um dia perdido. Raios me partam.
Até poderia dizer que é o meu sistema e funciona. Mas tenho sempre a sensação que perdi 2 anos de vida em 15 dias. E depois dormiiiiiiir 1 semana seguida e chamar-lhe férias.
Depois de 22 anos de estudante não era suposto ter feito algum progresso ao nível da organização? Não.
sexta-feira, 23 de abril de 2010
Perseguição (ou mania da)
Então não é que cada vez que vou a algum concerto me deparo com um (ou mais!) segurança do Gulag? Sempre ali! Em frente ao palco, ou assim de lado... em modo discreto. E depois (parece que) estão sempre a olhar para mim! Raios me partam pá... Tenho quase a certeza de que me andam a seguir.. a ver o que eu ando a fazer. E trazem-me à memória as saídas do trabalho, em que mostrávamos a mala ao passar no detector de metais, e eles diziam "Até amanhã!" e eu pensava "Fod*-se... amanhã isto outra vez...".
Com tudo isto fico distraída do concerto.
Tenho de incluir (mais) este dano moral na indemnização milionária que vou pedir. (Bah...)
Com tudo isto fico distraída do concerto.
Tenho de incluir (mais) este dano moral na indemnização milionária que vou pedir. (Bah...)
terça-feira, 23 de março de 2010
Daqui para a frente exijo respeitinho, uns brincos com "bling bling", um fio grande a combinar com os brincos em forma de cifrão e um boné da Lacoste,
porque ao ligar o GPS aqui ao pé de casa, o gajo pensou, pensou, procurou o satélite e, de repente descobre onde está - AZINHAGA DOS BESOUROS! UUUUUUUUUUUUH!!! Pena terem mandado as barracas todas abaixo. Em todo o caso hoje, e só hoje, sinto-me... como hei-de dizer... Mitra. É isso. Amadora Rules!
vida estúpida a minha...
eheheh!
vida estúpida a minha...
eheheh!
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Subscrever:
Mensagens (Atom)






