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domingo, 25 de maio de 2008
Espera lá...
Vais para o meio do nada martelar com um gajo vesgo. Talvez consiga ver uma réstia de tristeza e azar nisso tudo. Sim, vejo! Sem dúvida.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
Foda-se
Hmmmm... Foda-se?!..
Sou outra vez do Leixões. A não ser que o jogo de hoje não tenha acontecido.
Sou outra vez do Leixões. A não ser que o jogo de hoje não tenha acontecido.
segunda-feira, 17 de março de 2008
domingo, 2 de março de 2008
Curioso...
Enquanto tu estavas na tua girl's night eu estava (literalmente) numa noitada de HOMENS.
Fui a uma despedida de solteirO. Ao Strip em São João do Estoril. Um sítio tão minúsculo que as babes, ao acabarem a actuação tinham de me passar por cima para poderem ir para aquilo que eu achei que seria o "vestiário". Uma ou duas até me tocaram, para grande êxtase de todos os gajos presentes que por essa altura tinham todos sofrido uma transformação: para putos punheteiros de 14 anos.
Ora foi deveras interessante ver como os meus estimados colegas e amigos se comportam quando têm um monte de gajas a despirem a pouca roupa que trazem em cima. Muito giro mesmo.
E conclui que não era o melhor sítio para ir ver strip. As gajas não eram lá grande coisa. (Claro que quando eu atirei esta para o ar lá, todos olharam para mim com um ar muito ofendido...) Já vi muito melhor. E o espaço era mesmo mas mesmo muito pequeno. Dava para ver os sinais pequeninos nas nádegas das senhoras... E isso não é bom. Pelo menos para mim, porque quem vê sinais vê tudo e mais um par de botas...
Não bebi coisas finas, só ísque ranhoso (sem aloé) e uma imperial que me custou 8 euros.
A música era variada. Demasiado. E tive de trazer o carro do "noivo". Cheguei a casa sóbria às 5 da manhã e levantei-me às 9 para ir para a praia. E é por isso que ainda estou a escrever com o nariz, que já está em ferida.
Fui a uma despedida de solteirO. Ao Strip em São João do Estoril. Um sítio tão minúsculo que as babes, ao acabarem a actuação tinham de me passar por cima para poderem ir para aquilo que eu achei que seria o "vestiário". Uma ou duas até me tocaram, para grande êxtase de todos os gajos presentes que por essa altura tinham todos sofrido uma transformação: para putos punheteiros de 14 anos.
Ora foi deveras interessante ver como os meus estimados colegas e amigos se comportam quando têm um monte de gajas a despirem a pouca roupa que trazem em cima. Muito giro mesmo.
E conclui que não era o melhor sítio para ir ver strip. As gajas não eram lá grande coisa. (Claro que quando eu atirei esta para o ar lá, todos olharam para mim com um ar muito ofendido...) Já vi muito melhor. E o espaço era mesmo mas mesmo muito pequeno. Dava para ver os sinais pequeninos nas nádegas das senhoras... E isso não é bom. Pelo menos para mim, porque quem vê sinais vê tudo e mais um par de botas...
Não bebi coisas finas, só ísque ranhoso (sem aloé) e uma imperial que me custou 8 euros.
A música era variada. Demasiado. E tive de trazer o carro do "noivo". Cheguei a casa sóbria às 5 da manhã e levantei-me às 9 para ir para a praia. E é por isso que ainda estou a escrever com o nariz, que já está em ferida.
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